domingo, 17 de novembro de 2013
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
A cidade
segue frenética
pessoas vazias
em sereno desespero
palavras vazias
num silêncio severo
observo assombrada esses escombros
de espectros anticristos
mesmo assim
quando chega a noite
durmo bem
o sono dos justos
pessoas vazias
em sereno desespero
palavras vazias
num silêncio severo
observo assombrada esses escombros
de espectros anticristos
mesmo assim
quando chega a noite
durmo bem
o sono dos justos
terça-feira, 9 de julho de 2013
Há abatimentos
da alma abaixo de toda tristeza e melancolia
Há momentos em que tudo cansa
até o que nos repousaria
Estamos todos presos a um destino singular
nada mais
se completa
Há momentos em que tudo cansa
até o que nos repousaria
Estamos todos presos a um destino singular
nada mais
se completa
sábado, 6 de julho de 2013
Escrevo em folhas brancas
enquanto encaro paredes sujas
tudo ao meu redor é desconcertante
e tudo que sinto é insuportavelmente arrebatador
a angústia me cumprimenta como uma velha amiga
e quero gritar
mas sinto que o mundo não pode me ouvir
tudo ao meu redor é desconcertante
e tudo que sinto é insuportavelmente arrebatador
a angústia me cumprimenta como uma velha amiga
e quero gritar
mas sinto que o mundo não pode me ouvir
quinta-feira, 4 de julho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
A realidade me entedia
me exausta
não me modifica, não me acalma.
Vivo de meus devaneios
e afasto a profunda tristeza
- que me é comum.
Meu coração tem mil anos
não sou como as outras pessoas.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Aperta que cabe
Pode vir meu amor que eu já esvaziei metade do guarda-roupa. Dividiremos a estante para caber meus livros e seus quadrinhos. Na mesinha vou colocar: dois pratos, dois garfos, duas facas, duas taças, três, quatro garrafas de vinho. Quero nós dois pelados andando pela casa, com cheiro de banho quente. Vem ser meu cobertor, meu travesseiro. Pode vir meu bem, que nossas escovas de dente ficarão muito bem juntinhas no armário do banheiro.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Sob os fios de tua barba
me esbaldo, abasteço.
Neste emaranhado de fios
não há refúgio para seus apelos.
Me esqueço, te necessito.
Beije minhas coxas
Se esfregue em minha boca
Faça meu corpo teu templo
pois teu toque é meu culto.
Neste emaranhado de fios
não há refúgio para seus apelos.
Me esqueço, te necessito.
Beije minhas coxas
Se esfregue em minha boca
Faça meu corpo teu templo
pois teu toque é meu culto.
Livros lidos em 2012
Os sonhos não envelhecem






- Márcio Borges
Menino de Engenho
- José Lins do Rego
- Gabriel García Marquez
- Henry Thoreau
- Ricardo Noblat
O Corpo Astral
- Arthur E. Powell
Gabriela Cravo e Canela
- Jorge Amado
- Samuel Beckett
Noites Brancas
- Dostoiévski
Amor nos Tempos do Cólera
- Gabriel García Marquez
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